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Quais são os tipos de fossas que existem?

Devido ao déficit no atendimento da rede básica de esgoto e saneamento, muitas famílias (principalmente em áreas rurais ou em assentamentos urbanos desassistidos) se valem das fossas para darem algum tipo de tratamento ao seu esgoto, enquanto outras milhares o lançam diretamente no meio ambiente, causando grandes impactos ambientais e de saúde populacional.

É importante saber que a fossa não é o principal sistema de tratamento de esgoto, e sim, trata-se apenas de um tratamento primário, ou seja, não resolve por completo a purificação da água.

Seu trabalho consiste em, separar o material orgânico da água do esgoto. Já deu para ter uma noção da importância das fossas na vida de milhões de brasileiros. Então, vamos lá conversar sobre os diversos tipos e aplicações das fossas!

Fossa séptica

Talvez, a mais conhecida e utilizada dentre todos os modelos de fossas, a fossa séptica nada mais é que um conjunto de tanques impermeáveis (geralmente feitos de concreto).  Estes tanques,  são enterrados em media, a uma distância de cerca de 30 metros da residência. A instalacao da fossa é feita  em desnível, para que a força gravitacional conduza, naturalmente, o esgoto pelo sistema.

A ação da fossa séptica se dá, em um primeiro momento, armazenando-se o esgoto bruto vindo da residência. Após isso, há a separação entre o efluente e o resíduo sólido, onde o primeiro será tratado pela ação de filtros e o último, parcialmente dissolvido por bactérias.

Por conta disso, torna-se extremamente importante a manutenção e a limpeza da fossa séptica, para que o lodo gerado seja retirado, os gases formados pela ação dos microrganismos liberados e para que as bactérias permaneçam saudáveis em um ambiente propício para sua proliferação e atividade.

As fossas sépticas são dimensionadas de acordo, principalmente, com o número de usuários do sistema, ou seja, a quantidade de pessoas residindo no local. Por isso, o tamanho é variável, porém nunca é menor do que 100 litros de volume.

Por fim, o efluente gerado e purificado parcialmente é lançado no solo através de um sumidouro. O ganho em questão é que a purificação realizada, ainda que não seja absoluta, atenua bastante o impacto gerado pelo esgoto se nele não houvesse incidido nenhum tratamento.

Fossa sumidouro (absorvente)

Também feitos de concreto, com materiais permeabilizantes, como areia, pedras e cascalhos em seu interior, os sumidouros são os tanques que armazenam o efluente trabalhado pela fossa séptica, realizam nova purificação e, por fim, liberam o líquido no solo.

Também segue a linha de raciocínio da fossa séptica ao ser instalado em desnível, para que a ação gravitacional leve o efluente tratado da fossa para o sumidouro para que, finalmente, seja lançado no meio ambiente.

Fossa de pedra

Este tipo de fossa não é muito conhecido e apenas deve ser usado caso o solo seja impermeável. A fossa de pedra consiste em um buraco no solo com pedras do tipo seixo rolado.

No entanto, vale ressaltar que ainda assim é necessário que exista a fossa séptica, uma vez que ela realiza o tratamento primário do esgoto que ali chega. Um ponto negativo da fossa de pedra é que os dejetos podem infiltrar o solo e contaminá-lo.

Fossa sanitária ou seca

A famosa “casinha”. Nela, a pessoa faz suas necessidades em um buraco cavado no chão, acima do lençol freático, sem nenhum tipo de revestimento ou proteção. Ali, apenas o material sólido deve ser depositado.
Esse tipo de equipamento é utilizado em áreas onde não há qualquer tipo de abastecimento hídrico. Resumindo: é um banheiro, só que sem descarga.

Sua instalação tem de observar alguns parâmetros, como levar em consideração que o terreno tem de ser plano, seco e longe de corpos hídricos. O piso é feito de concreto, pois é nele que consiste a tampa da fossa, apenas com uma passagem entre o assento improvisado e o reservatório. O mau cheiro é retirado por uma espécie de encanamento para fora da casinha, além de poder ser controlado com punhados de cal.
Ainda que rudimentar, há alguma técnica empregada na fossa seca, diferentemente da fossa negra, onde todos os resíduos de dejetos humanos, inclusive os líquidos, são enterrados no solo sem nenhum tipo de cuidado, consistindo uma grave atividade para o meio ambiente local.

Fossa negra

Um dos primeiros tipos de fossa utilizados foi esse. A fossa negra é um buraco feito no solo para depositar os dejetos o qual não é coberto. Ou seja, os líquidos junto com os dejetos sólidos podem infiltrar no solo e contaminar corpos hídricos próximos do local.

Isso, consequentemente, causa a contaminação do solo. Portanto, considera-se esse sistema como ultrapassado, tendo em vista as consequências negativas que ele pode trazer. Portanto, recomenda-se que, caso ainda utilizem esse sistema, mudem para a fossa séptica que é muito mais seguro para a saúde das pessoas e também para o meio ambiente.